Olá,
terceiranistas!
Segundo Bimestre – Literatura
Formar grupos, elaborar um Mapa Conceitual de acordo com
a fase literária escolhida pelo grupo e apresentar escrita em
cartaz/paine/banner e oralmente em data agendada.
Valor: 1,5.
Valor: 1,5.
TERCEIRA FASE – MODERNISMO
CARACTERISTICAS
Volta
ao ritmo clássico tradicional
Métrica
regular
Rima
regular
Preocupação
universalista
Valorização
da palavra
AUTORES
POETAS
João
Cabral de Melo Neto
Ledo
Ivo (poesia heremística)
PROSADORES
João
Guimarães Rosa
Clarice
Lispector
José
Jacinto Veiga
José
Cândido de Carvalho
Adonias
Filho
Dalton
Trevisan (Curitiba, Paraná)
Mário
Palmério
Autran
Dourado
AUTORES E OBRAS
JOÃO CABRAL DE MELO NETTO
MORTE E VIDA SEVERINA
Fragmento
“O
meu nome é Severino
Não tenho
outro de pia
(...)
Somos
muitos severinos
Iguais
em tudo na vida:
Na mesma
cabeça grande
Que a
custa é que se equilibra
(...)
E se somos severinos
Iguais
em tudo na vida
Morremos
de morte igual
Mesma
morte Severina:
Que a
morte de que se morre
De velhice
antes dos trinta
De emboscada
antes dos vinte,
De fome
um pouco por dia.
SEVERINO:
retirante, que ao fugir da seca, encontra outros severinos.
João Cabral de Melo Neto
Clique no link para acessar a obra na íntegra:
CLARICE LISPECTOR
Romances:
Perto do Coração Selvagem (1943);
O Lustre (1946)
A Cidade Sitiada (1949)
A Maçã no Escuro (1961)
A Paixão segundo G.H. (1964)
Uma Aprendizagem ou Livro dos Prazeres (1969)
Água Viva (1973)
Um Sopro de Vida - Pulsações (1978)
Perto do Coração Selvagem (1943);
O Lustre (1946)
A Cidade Sitiada (1949)
A Maçã no Escuro (1961)
A Paixão segundo G.H. (1964)
Uma Aprendizagem ou Livro dos Prazeres (1969)
Água Viva (1973)
Um Sopro de Vida - Pulsações (1978)
A Hora da Estrela
Resumo
Para quem
está acostumado com resumos tradicionais, não é fácil fazer a síntese de A
Hora da Estrela. Isso porque, aparentemente, nada acontece. Logo nas
primeiras linhas, o que se percebe é a presença de um autor – o escritor Rodrigo
S. M. – às voltas com certos impasses de sua carreira, tentando dar início à
narrativa da história da nordestina Macabéa em sua vida cotidiana no Rio de
Janeiro.
Rodrigo
S. M. declara: “Pensar é um ato. Sentir é um fato” – e essas frases podem ser
entendidas como uma apresentação da obra. De fato, as reflexões e os
sentimentos registrados pelo escritor constituem parte da narrativa. Portanto,
se o leitor espera algo acontecer para começar a fazer a sua síntese do
romance, é bom se apressar, porque a história já começou.
Macabéa é
introduzida aos poucos na narrativa, sobressaindo-se das reflexões de Rodrigo
S. M. Ele se depara com ela em uma rua do Rio de Janeiro, quando, por
intermédio de uma simples troca de olhares, a história da moça lhe é revelada.
Alagoana, Macabéa perde os pais ainda muito criança e é criada por uma tia,
que, no intuito de educá-la, dá-lhe constantes pancadas da cabeça com os nós
dos dedos. Frequenta escola apenas até o terceiro ano primário e escreve muito
mal. Mesmo assim, consegue levar adiante um curso de datilografia.
A tia
muda-se para o Rio de Janeiro e Macabéa a acompanha. Arranja emprego como
datilógrafa. Depois da morte da mãe de criação, passa a dividir um quarto de
pensão com quatro moças que trabalham como balconistas. Pouco convive com elas,
que chegam muito cansadas à noite e dormem logo, enquanto Macabéa fica ouvindo
a Rádio Relógio ao longo das madrugadas.
Certo
dia, resolve faltar ao trabalho e sair para um passeio. Encontra-se então com
Olímpico de Jesus, metalúrgico nordestino. Ele a chama de “senhorinha” e a
convida para um passeio. Para ela, é o começo de um namoro. Em suas conversas,
ela exibe, sempre de forma precária, o conhecimento adquirido com as
audições da Rádio Relógio, enquanto ele afirma sua disposição de crescer e ser
alguém na vida.
Em uma
visita a Macabéa no local de trabalho, Olímpico conhece Glória, colega da
namorada. Interessa-se por ela e abandona Macabéa. Sem ter exata noção do
quanto isso a faz sofrer, Macabéa recolhe-se ao banheiro do escritório e passa
com força o batom vermelho nos lábios, para se sentir uma estrela de cinema.
Constrangida
por lhe roubar o namorado, Glória dá dinheiro a Macabéa e aconselha que ela
procure uma cartomante. Macabéa acata a ideia e vai até Madama Carlota, que lhe
prevê um futuro brilhante e o encontro próximo de um grande amor. Ao sair da
cartomante, Macabéa morre atropelada. Os transeuntes se reúnem em torno dela,
que se torna, pela primeira e última vez na vida, o centro das atenções. Como
uma estrela de cinema.
Contexto
Sobre a
autor a
Quando Clarice Lispector surgiu no cenário cultural brasileiro, em 1944, com o romance Perto do coração selvagem, foi saudada como uma revelação das letras brasileiras. Causou certo espanto a descoberta de que a autora que escrevia como uma mulher madura era, na verdade, ainda bastante jovem. Essas circunstâncias prenunciaram aquilo que o tempo confirmou: Clarice era especial. Até como escritora.
Quando Clarice Lispector surgiu no cenário cultural brasileiro, em 1944, com o romance Perto do coração selvagem, foi saudada como uma revelação das letras brasileiras. Causou certo espanto a descoberta de que a autora que escrevia como uma mulher madura era, na verdade, ainda bastante jovem. Essas circunstâncias prenunciaram aquilo que o tempo confirmou: Clarice era especial. Até como escritora.
Importância
do livro
O romance A Hora da Estrela foi escrito em 1977, mas aborda um tema tradicional de nossa literatura: o contato do imigrante nordestino com a cidade grande. Esse assunto carrega uma forte carga política. Isso causou certo espanto, porque Clarice Lispector era vista como uma escritora alienada, distante desse tipo de temática. Aqui, ela aborda a questão sem abandonar o psicologismo de suas obras, mostrando as limitações daqueles que criticavam sua suposta alienação.
O romance A Hora da Estrela foi escrito em 1977, mas aborda um tema tradicional de nossa literatura: o contato do imigrante nordestino com a cidade grande. Esse assunto carrega uma forte carga política. Isso causou certo espanto, porque Clarice Lispector era vista como uma escritora alienada, distante desse tipo de temática. Aqui, ela aborda a questão sem abandonar o psicologismo de suas obras, mostrando as limitações daqueles que criticavam sua suposta alienação.
Período
Histórico
O fundo político das obras de Clarice nunca é óbvio. A Hora da Estrela, por exemplo, tem como pano de fundo o autoritarismo da sociedade brasileira no período da ditadura militar iniciada em 1964. No entanto, o tratamento do tema é sutil, mostra-se a interiorização da condição de oprimido e a reprodução da condição de opressor no plano das relações pessoais.
O fundo político das obras de Clarice nunca é óbvio. A Hora da Estrela, por exemplo, tem como pano de fundo o autoritarismo da sociedade brasileira no período da ditadura militar iniciada em 1964. No entanto, o tratamento do tema é sutil, mostra-se a interiorização da condição de oprimido e a reprodução da condição de opressor no plano das relações pessoais.
Análise
O romance
apresenta três níveis narrativos distintos, embora complementares e
interpenetrantes. Em um desse níveis, temos a história da própria narrativa.
Ela é constituída pelas digressões do narrador, Rodrigo S. M., que desenvolve
reflexões a respeito do fazer artístico. Para ele, pensar a respeito já é um
fato, o que faz com que seus pensamentos adquiram a condição de acontecimentos
na narrativa.
Em outro
nível, temos a história do narrador. Sua identificação é restrita ao nome e às
iniciais de seu sobrenome: Rodrigo S. M. (curiosamente, recurso parcialmente
explorado por Clarice em A paixão segundo G. H., romance de 1964). O
escritor manifesta as preocupações sociais que lhe são suscitadas pelo contato
com os problemas da cidade grande. Mas o que o interessa, de fato, como
escritor, é a possibilidade de registrar o momento efêmero, passageiro,
volátil, aproximando-se, nesse sentido, da própria Clarice.
Rodrigo
tenta combater a tendência de interromper sua narrativa para falar de si mesmo,
mas percebe aos poucos que falar do outro é falar de si mesmo. Assim, a
humildade extrema da nordestina Macabéa é uma transposição metonímica de seu
próprio estilo: simples e sem espaço para sentimentalismo.
Por fim,
temos a história de Macabéa. Seu nome, de origem bíblica, associa-se à força e
à resistência, o que lhe dá uma configuração irônica, já que o comportamento da
personagem mostra o avesso dessas características. Como muitas outras
personagens femininas de Clarice, Macabéa é solitária e reflexiva. A novidade
fica por conta de sua origem social humilde, distante da classe média em que
figuram aquelas personagens.
Na
trajetória de Macabéa, ganha destaque a relação com os outros. O namorado,
Olímpico de Jesus, possui um senso de superioridade que acaba por distanciá-lo
de Macabéa, escapando de um relacionamento amoroso que se caracteriza pela
precariedade de sentimentos e de expressões de afeto. Glória, a colega de
trabalho de Macabéa, é o par perfeito para ele, manifestando seu orgulho
próprio por intermédio de uma sensualidade explícita.
O
silêncio de Macabéa contrasta com o domínio da palavra manifestado por todos ao
seu redor: Olímpico com seu discurso de vencedor, Glória com a certeza de seus
atrativos sexuais e o próprio narrador Rodrigo S. M., em suas constantes
intervenções metalinguísticas.
As
previsões de Madama Carlota são outras tantas palavras que prenunciam um
impossível fim das carências de Macabéa. Ao consultar a cartomante, a moça se
sente “grávida de futuro”. Mas esse será seu limite: prestes a alguma coisa que
talvez nunca viesse a se realizar, Macabéa encontra a morte ao ser atropelada
por um automóvel. Vira centro das atenções e conhece a sua hora da estrela. De
um lado, é tarde demais para ela; de outro, é sua única chance de viver essa
experiência. Vive-a com o brilho intenso de uma estrela, mas também com a mesma
fugacidade.
Fonte: http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros/a-hora-da-estrela.html
OUTRAS OBRAS DE CLARICE
Novela:
A hora da estrela (1977)
Contos:
Alguns contos (1952)
Laços de família (1960)
A legião estrangeira (1964)
Felicidade clandestina (1971)
A imitação da rosa (1973)
A via crucis do corpo (1974)
Onde estivestes de noite? (1974)
A bela e a fera (1979)
A hora da estrela (1977)
Contos:
Alguns contos (1952)
Laços de família (1960)
A legião estrangeira (1964)
Felicidade clandestina (1971)
A imitação da rosa (1973)
A via crucis do corpo (1974)
Onde estivestes de noite? (1974)
A bela e a fera (1979)
Correspondência:
Cartas perto do coração (2001) - Organização de Fernando Sabino
Correspondência - Clarice Lispector (2002) - Organização de Teresa Cristina M. Ferreira
Crônicas:
Visão do esplendor - Impressões leves (1975)
Para não esquecer (1978) - contos inicialmente publicados em Laços de família.
A descoberta do mundo (1984)
Entrevistas:
De corpo inteiro (1975)
Literatura infantil:
O mistério do coelho pensante (1967) - Escrito em inglês e traduzido por Clarice
A mulher que matou os peixes (1968)
A vida íntima de Laura (1974)
Quase de verdade (1978)
Como nasceram as estrelas (1987)
Antologias:
Seleta de Clarice Lispector (1975) - Organização de Renato Cordeiro Gomes
Clarice Lispector (1981) - Organização de Benjamin Abdala Jr. e Samira Y. Campedelli
O primeiro beijo & outros contos, de Clarice Lispector (1991)
Os melhores contos de Clarice Lispector (2001) - Organização de Walnice N. Galvão
Aprendendo a viver (2004)
Livros publicados no exterior
Clarice Lispector tem seus livros publicados em diversos países do mundo: Alemanha, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos da América, França, Israel, Holanda, Inglaterra, Itália, Noruega, Polônia, Rússia, Suécia, República Tcheca e Turquia. Citamos alguns, a título de exemplo:
Die Passion nach G.H. (A paixão segundo G. H.) (1995), tradução de Pieer Sibast
La manzana en la obscuridad (A maçã no escuro) (1974), tradução de Juan García Gayo
L'heure de l'étoile (A hora da estrela) (1989), tradução de Marguerite Wünscher
Osher samuy (Felicidade clandestina) (2001), tradução de Mirian Tivon
The Foreign Legion (A legião estrangeira) (1986), tradução de Giovanni Pontiero
The Stream of Life (Água viva) (1989), tradução de Elizabeth Lowe e outros
Dove siete stati di notte (Onde estivestes de noite) (1994), tradução de Adelina Aletti
Zivá voda (Água viva) (2000), tradução de Pavla Lidmilová
Sobre a autora:
BORELLI, Olga. Clarice Lispector: Esboço para um possível retrato. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 1981.
BOSI, Alfredo. Clarice Lispector. In: História
concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1989.
CASTELLO, José. Clarice Lispector. In: O Inventário das Sombras. Rio de Janeiro: Editora Record, 1999.
FITZ, Earl
Eugene. Sexuality and Being in the
Poststructuralist Universe of Clarice Lispector - The Difference off Desire. Texas: University
of Texas Press, 2001.
FREIXAS, Laura. Clarice Lispector. Coleção Vidas literárias. Barcelona: Omega,
2001.
GOTLIB, Nádia B. Clarice - uma vida que se conta. São Paulo: Ática, 1995.
GUIDIN, Márcia Lígia. A hora da estrela de Clarice Lispector.
São Paulo: Ática, 1996. (Roteiro de Leitura).
LEITE, Ligia Chiappini Moraes. O foco narrativo. São Paulo: Ática,
1985. (Série Princípios).
NOLASCO, Edgar Cézar. Clarice Lispector: nas entrelinhas da
escritura. São Paulo: Annablume, 2001.
NOVELLO, Nicolino. O ato criador de Clarice Lispector. Rio de Janeiro:
Presença/MinC/Pró-Memória/INL, 1987.
PÉCAUT, Daniel. Os intelectuais e a política no Brasil. São Paulo: Ática, 1990.
ROSENBAUM, Yudith. Metamorfoses do mal: uma leitura de Clarice Lispector. São
Paulo: Edusp, 1999.
VARIN, Claire. Línguas de fogo - Ensaio sobre Clarice Lispector. Tradução de
Lúcia Peixoto Cherem, São Paulo: Limiar, 2002.
WALDMAN, Berta. Clarice Lispector - A
paixão segundo C. L. São Paulo: Escuta, 1992.
Filmografia:
A hora da estrela (Brasil, 1985, 96min).
Direção: Suzana Amaral.
Elenco: Marcélia Cartaxo, José Dumont e Tamara Taxman.
Direção: Suzana Amaral.
Elenco: Marcélia Cartaxo, José Dumont e Tamara Taxman.
O corpo (Brasil, 1991, 80 min).
Direção: José Antônio Garcia
Elenco: Antônio Fagundes, Marieta Severo, Cláudia Jimenez, Carla Camurati, Sérgio Mamberti e outros.
Direção: José Antônio Garcia
Elenco: Antônio Fagundes, Marieta Severo, Cláudia Jimenez, Carla Camurati, Sérgio Mamberti e outros.
Chamada final (Brasil/Alemanha/China e EUA,
1994)
Direção: Ana Maria Magalhães
Elenco: Claudia Ohana, Guilherme Leme e outros.
Direção: Ana Maria Magalhães
Elenco: Claudia Ohana, Guilherme Leme e outros.
Ruído de passos (Brasil, 1995 -
curta-metragem)
Direção: Denise Tavares Gonçalves.
Direção: Denise Tavares Gonçalves.
Clandestina felicidade (Brasil, 1998 -
curta metragem que trata da infância da autora)
Direção: Beto Normal e Marcelo Gomes
Elenco: Luisa Phebo.
Direção: Beto Normal e Marcelo Gomes
Elenco: Luisa Phebo.
Macabéia (Brasil, 2000 -curta-metragem)
Direção de Erly VieiraJr., Lizandro Nunes e Virgínia Jorge.
Direção de Erly VieiraJr., Lizandro Nunes e Virgínia Jorge.
Aeroporto em o embarque (Brasil, 2002 -
curta-metragem)
direção: Nicole Algranti
Elenco: Marcélia Cartaxo.
direção: Nicole Algranti
Elenco: Marcélia Cartaxo.
O ovo (Brasil, 2003 - curta-metragem)
Direção: Nicole Algranti
Roteiro: Luiz Carlos Lacerda.
Televisão
Feliz Aniversário, Rede Globo, 1978
Especial Clarice Lispector - TV Cultura, 1999
A hora da estrela, Rede Globo, 2003
Teatro:
Perto do coração selvagem (1965)
Direção: Fauzi Arap
Elenco: Glauce Rocha, José Wilker e outros
Direção: Nicole Algranti
Roteiro: Luiz Carlos Lacerda.
Televisão
Feliz Aniversário, Rede Globo, 1978
Especial Clarice Lispector - TV Cultura, 1999
A hora da estrela, Rede Globo, 2003
Teatro:
Perto do coração selvagem (1965)
Direção: Fauzi Arap
Elenco: Glauce Rocha, José Wilker e outros
Um sopro de vida (1979)
Direção: José Possi Neto
Elelnco: Marilena Ansaldi.
Direção: José Possi Neto
Elelnco: Marilena Ansaldi.
A hora da estrela (1984)
Direção: Naum Alves de Souza
Elenco: Maria Bethânia.
Direção: Naum Alves de Souza
Elenco: Maria Bethânia.
A paixão segundo G. H. (1989)
Direção: Cibele Forjaz
Elenco: Marilena Ansaldi.
Direção: Cibele Forjaz
Elenco: Marilena Ansaldi.
A pecadora queimada e os anjos harmoniosos
(1992)
Direção: José Antônio Garcia
Elenco: Sérgio Mambertti e outros.
Direção: José Antônio Garcia
Elenco: Sérgio Mambertti e outros.
A mulher que matou os peixes (1994)
Direção: Lúcia Coelho
Elenco: Zezé Polessa.
Direção: Lúcia Coelho
Elenco: Zezé Polessa.
A mulher que matou os peixes (1998)
Adaptação de Adriane Azenha.
Adaptação de Adriane Azenha.
A hora da estrela (1998)
Direção: Roberto Vignatti
Elenco: Alexandra Tavares.
Direção: Roberto Vignatti
Elenco: Alexandra Tavares.
Que mistérios tem Clarice? (1998)
Direção: Luiz Arthur Nunes
Elenco: Rita Elmôr (monólogo)
Direção: Luiz Arthur Nunes
Elenco: Rita Elmôr (monólogo)
Clarice - Coração selvagem (1998)
Direção: Maria Lucya de Lima
Elenco: Aracy Balabanian.
Direção: Maria Lucya de Lima
Elenco: Aracy Balabanian.
Quase de verdade (2001)
Direção: Ulisses Cohn
Elenco: Cia. Delas de Teatro
Direção: Ulisses Cohn
Elenco: Cia. Delas de Teatro
A hora da estrela (2001)
Direção: Marcus Vinicius Faustini
Elenco: Marcélia Cartaxo e outros.
Direção: Marcus Vinicius Faustini
Elenco: Marcélia Cartaxo e outros.
A descoberta do mundo (2001)
Direção: Marco Antonio Rodrigues
Elenco: Cia. Delas de Teatro
Direção: Marco Antonio Rodrigues
Elenco: Cia. Delas de Teatro
A hora da estrela (2002)
Direção: Naum Alves de Souza
Elenco: Célia Borbes, Ester Lacava e Edgar Jordão.
Direção: Naum Alves de Souza
Elenco: Célia Borbes, Ester Lacava e Edgar Jordão.
A paixão segundo G. H. (2002)
Adaptação:Fauzi Arap.
Direção de Enrique Diaz
Elenco: Mariana Lima.
Adaptação:Fauzi Arap.
Direção de Enrique Diaz
Elenco: Mariana Lima.
Amor - Uma ode ao universo feminino de
Clarice Lispector (2002)
Adaptação: Marta Baião e Conceição Acioli.
Direção de Conceição Acioli.
Elenco: Marta Baião.
Adaptação: Marta Baião e Conceição Acioli.
Direção de Conceição Acioli.
Elenco: Marta Baião.
Água viva (2003)
Direção: Maria Pia Scognamiglio
Elenco: Susana Vieira.
Direção: Maria Pia Scognamiglio
Elenco: Susana Vieira.
Encontro com Clarice (2003)
Direção: Ítalo Rossi
Elenco: Ester Jablonski
Leituras (áudio)
Clarice Lispector - Áudio (1998)
Seleção de contos feita por Paulinho Lima. Interpretação de Aracy Balabanian; Luz da Cidade, coleção Poesia Falada.
Direção: Ítalo Rossi
Elenco: Ester Jablonski
Leituras (áudio)
Clarice Lispector - Áudio (1998)
Seleção de contos feita por Paulinho Lima. Interpretação de Aracy Balabanian; Luz da Cidade, coleção Poesia Falada.
Doze lendas brasileiras - Clarice Lispector
(V. 1) (2000)
Idealização e produção de Paulinho Lima; Luz da Cidade.
Idealização e produção de Paulinho Lima; Luz da Cidade.
Clarice Lispector - A mulher que matou os
peixes (V. 4) (2000)
Idealização e produção de Paulinho Lima; Luz da Cidade.
Idealização e produção de Paulinho Lima; Luz da Cidade.
A descoberta do mundo (2002)
Seleção de crônicas feita por Teresa Montero, interpretação de Aracy Balabanian; Luz da Cidade, Coleção Os cronistas.
Seleção de crônicas feita por Teresa Montero, interpretação de Aracy Balabanian; Luz da Cidade, Coleção Os cronistas.
La passion selon G. H. (sd)
Gravação de trechos do romance A paixão segundo G. H. pela atriz Anouk Aimée; Des Femmes, Paris.
Gravação de trechos do romance A paixão segundo G. H. pela atriz Anouk Aimée; Des Femmes, Paris.
Liens de famille (sd)
Gravação de contos do livro Laços de família por Chiara Mastroianni; Des Femmes, Paris.
Gravação de contos do livro Laços de família por Chiara Mastroianni; Des Femmes, Paris.
Dados obtidos em livros da autora, sites da Internet, nos Cadernos de Literatura Brasileira - Instituto Moreira Salles, no "Inventário das Sombras" de José Castello e fornecidos por João Pires, amigo do Releituras.
GUIMARAES ROSA
Grande Sertão: Veredas de
Guimarães Rosa
“O
Grande Sertão: Veredas”, publicado em 1956, é uma das obras mais
emblemáticas do escritor brasileiro modernista João Guimarães Rosa e uma das
mais importantes da literatura brasileira. Foi traduzida para muitas línguas e
recebeu diversos prêmios, dos quais se destaca o Prêmio Machado de Assis,
recebido em 1961.
Guimarães
Rosa, o autor da obra, nasceu em Minas Gerais, foi médico, diplomata e
escritor, sendo também um grande estudioso da cultura popular brasileira. Ele
representa um dos mais proeminentes escritores da terceira fase modernista no
Brasil.
Por meio
de uma linguagem coloquial, regionalista e original, a história do romance
acontece em Goiás e nos Sertões de Minas Gerais e Bahia e retrata as aventuras
e peripécias do ex-jagunço Riobaldo e de seu grande amor: Diadorim.
Para
saber mais sobre esse escritor modernista, acesse: http://www.todamateria.com.br/guimaraes-rosa/
Biografia de Guimarães Rosa: http://www.releituras.com/guimarosa_bio.asp
Biografia de Guimarães Rosa: http://www.releituras.com/guimarosa_bio.asp
Personagens
Os
personagens que compõem a obra são:
- Riobaldo: protagonista da obra, Riobaldo é o narrador-personagem, um velho fazendeiro, ex-jagunço.
- Diadorim: O grande amor de Riobaldo, representa o amor platônico, impossível.
- Nhorinhá: Uma prostituta, representa amor carnal de Riobaldo.
- Otacília: Outro amor de Riobaldo, representa a pureza do amor verdadeiro.
- Zé Bebelo: fazendeiro com pretensões políticas, pretende acabar com os jagunços do sertão mineiro, sobretudo com o bando de Joca Ramiro.
- Joca Ramiro: pai de Diadorim, o maior chefe dos jagunços.
- Medeiro Vaz: outro chefe dos jagunços, que lidera a vingança contra Hermógenes e Ricardão.
- Hermógenes e Ricardão: assassinos do chefe Joca Ramiro, Hermógenes representa o líder dos jagunços inimigos.
- Só Candelário: outro chefe dos jagunços, torna-se líder do bando de Hermógenes.
- Compadre Quelemém de Góis: amigo confidente de Riobaldo.
Estrutura da Obra
O Grande
Sertão Veredas é uma obra extensa com mais de 600 páginas, dividida em 2
volumes e não em capítulos.
Marcada
pela oralidade e uma linguagem repleta de neologismos, arcaísmos e
brasileirismos, a obra possui um enredo não-linear, ou seja, não segue uma
sequência lógica dos fatos, sendo narrado em primeira pessoa
(narrador-personagem), cujo narrador é Riobaldo, que faz reflexões sobre os
acontecimentos de sua vida.
Para
tanto, o tempo da narrativa é o psicológico, em detrimento do tempo
cronológico.
Resumo da Obra
Riobaldo
é o protagonista do romance, o personagem-narrador que apresenta um relato
sobre sua vida, desde seus medos, amores, traições, dentre outros.
De tal
maneira, Riobaldo faz uma autorreflexão sobre sua vida, ao descrever além dos
acontecimentos, a paisagem do sertão, a um doutor que recentemente chegou na
fazenda em que vive, a quem ele se refere como “Senhor” ou “Moço”.
Com a
morte de sua mãe, Riobaldo passou a viver com seu padrinho, Selorico Mendes, na
fazenda São Gregório.
Mais tarde, ele descobrirá que Selorico é seu verdadeiro pai.
Mais tarde, ele descobrirá que Selorico é seu verdadeiro pai.
Por
conseguinte, na fazenda conhece o bando de jagunços de Joca Ramiro, o chefe dos
jagunços.
Mais adiante, conhece Reinaldo, jagunço do bando de Joca Ramiro, que mais trade revela ser Diadorim, seu grande amor.
Mais adiante, conhece Reinaldo, jagunço do bando de Joca Ramiro, que mais trade revela ser Diadorim, seu grande amor.
Em suas digressões, Riobaldo foca sobretudo, no seu amor impossível, Diadorim,
e na existência de Deus e do Diabo.
Riobaldo era um dos jagunços que percorriam o sertão abrindo o caminho à bala. Entre seus companheiros, havia um que muito lhe agradava: Reinaldo, ou Diadorim. Conhecera-o quando menino e mantinha com ele uma relação que muitas vezes passava de uma simples amizade.
O jagunço, que admirava e cultivava um terno laço com Diadorim, perturbava-se com toda aquela relação, mas a alimentava com uma pureza que ia contra toda a rudeza do sertão, beirando inclusive o amor e os ciúmes.
Nas longas tramas e aventuras dos jagunços, Riobaldo conhece um dos seus heróis: o chefe Joca Ramiro, verdadeiro mito entre aqueles homens, que logo começa a mostrar certa confiança por ele. Isso dura pouco tempo, já que Riobaldo logo perde seu líder: Joca Ramiro acabou sendo traído e assassinado por um dos seus companheiros chamado Hermógenes.
Riobaldo jura vingança e persegue Hermógenes e seus homens por toda aquela árida região. Como o medo da morte e uma curiosidade sobre a existência ou não do diabo toma cada vez mais conta da alma de Riobaldo, evidencia-se um pacto entre o jagunço e o príncipe das trevas, apesar de não explícito.
Acontecido ou não o tal pacto, o fato é que Riobaldo começa a mudar à medida que o combate final contra Hermógenes se aproxima. E a crescente raiva do jagunço só é contida por uma relação mais estreita com Diadorim, que já mostra marcas de amor completo.
Segue-se, então, o encontro com Hermógenes e seus homens, e a vingança é enfim saboreada por Riobaldo. Vingança, aliás, que se tornou amarga: Hermógenes mata, durante o combate, o grande amigo Diadorim...
A obra reserva, nas últimas páginas, uma surpreendente revelação: na hora de lavar o corpo de Diadorim, Riobaldo percebe que o velho amigo de aventuras que sempre lhe cativou de uma forma especial era, na verdade, uma mulher.
Para
melhor compreender a linguagem desse clássico, segue abaixo algumas frases do
romance de Guimarães Rosa:
Riobaldo:
Riobaldo:
- Nonada. Tiros que o
senhor ouviu foram de briga de homem não, Deus esteja. O senhor ri certas
risadas... Olhe: quando é tiro de verdade, primeiro a cachorrada pega a latir,
instantaneamente - depois, então, se vai ver se deu mortos. O senhor tolere,
isto é o sertão. Uns querem que não seja: que situado sertão é por os
campos-gerais a fora a dentro, eles dizem, fim de rumo, terras altas, demais do
Urucaia. Toleima. Para os de Corinto e do Curvelo, então, o aqui não é dito
sertão? Ah, que tem maior! Lugar sertão se divulga: é onde os pastos carecem de
fechos; onde um pode torar dez, quinze léguas, sem topar com casa de morador; e
onde um criminoso vive seu cristo-jesus, arredado do arrocho de autoridade. O
Urucuia vem dos montões oestes. O gerais corre em volta. Esses gerais são sem
tamanho. Enfim, cada um o que quer aprova, o senhor sabe: pão ou pães, é
questão de opiniães... O sertão está em toda parte.
- “O senhor não duvide - tem gente, nesse aborrecido mundo, que matam só para ver alguém fazer careta...”
- “Fui fogo, depois de ser cinza. Ah, algum, isto é que é, a gente tem de vassalar. Olhe: Deus come escondido, e o diabo sai por toda parte lambendo o prato...”
- “O senhor... Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam.”
- “O diabo existe e não existe. Dou o dito. Abrenúncio. Essas melancolias. O senhor vê: existe cachoeira; e pois? Mas cachoeira é barranco de chão, e água caindo por ele, retombando; o senhor consome essa água, ou desfaz o barranco, sobra cachoeira alguma? Viver é negócio muito perigoso...”
- “Com Deus existindo, tudo dá esperança: sempre um milagre é possível, o mundo se resolve. Mas, se não tem Deus, há-de a gente perdidos no vaivem, e a vida é burra. É o aberto perigo das grandes e pequenas horas, não se podendo facilitar – é todos contra os acasos. Tendo Deus, é menos grave se descuidar um pouquinho, pois no fim dá certo. Mas, se não tem Deus, então, a gente não tem licença de coisa nenhuma! Porque existe dor.”
- “Viver é muito perigoso... Querer o bem com demais força, de incerto jeito, pode já estar sendo se querendo o mal, por principiar. Esses homens! Todos puxavam o mundo para si, para o concertar consertado. Mas cada um só vê e entende as coisas dum seu modo.”
Fonte: http://www.todamateria.com.br/grande-sertao-veredas-de-guimaraes-rosa/
PÓS MODERNISMO E
LITERATURA CONTEMPORÂNEA
CONCRETISMO E POESIA – PRÁXIS (1956)
CARACTERÍSTICAS:
Libertação
formal extremada
Decomposição
da palavra
Poesia
vebi-voco-visual
Representantes
do Concretismo
Haroldo
de Campos
Augusto
de Campos
Acesse para mais informações sobre Augusto de Campos
http://www2.uol.com.br/augustodecampos/biografia.htmhttp://www2.uol.com.br/augustodecampos/biografia.htm
Décio
Pignatari
Paulo
Leminski
POESIA PRÁXIS:
Mário Chamie
TEATRO
AUTORES
Ariano Suassuna
Obras:
Auto
da Compadecida
O
Santo e a Porca
A
Pena e a Lei
Jorge de Andrade
Obras:
Os
Ossos do Barão
A
Moratória, A Escada
Gianfrancesco Guarnieri
Obras:
O
Filho do cão
Eles
não usam black-tie
Dias Gomes
Obras:
O
Pagador de Promessas
O
Santo Inquérito
Pedro Block
Obra:
As
mãos de Eurídice
Plínio Marcos
Dois
Perdidos numa noite suja
Navalha
na Carne
Quando
as Máquinas Param
Oduvaldo Viana Filho
Obras:
Chapetuba
Futebol Clube
A
longa noite de cristal
Corpo
a Corpo
Rasga
Coração
Nelson Rodrigues
Obras:
A
Mulher sem pecado
Vestido
de Noiva
Bonitinha
mas ordinária
Álbum
de Família
Chico Buarque de Holanda
Obras:
Roda
Viva
Calabar
Gota
d’água
Ópera
do Malandro.
Augusto Boal
Obras:
Feira
de Opinião
Arena
Conta Tiradentes.
Jorge
de Andrade
O
Telescópio
A
Moratória
Pedreira
das Almas
Vereda
da Salvação
A
Escada
Os
Ossos do Barão
A
Senhora da Boca do Lixo
Rastro
Atrás
As
Confrarias
O
Sumidouro
CRÍTICA
Afrânio
Coutinho (Nova Crítica)
Antônio
Cândido
Wilson
Martins
Aderaldo
Castelo
Eugênio
Gomes
CRÔNICAS
Carlos
Drummond de Andrade
Raquel
de Queiros
Fernando Sabino
Natural
de Belo Horizonte, ali nasceu em 1923. Além de cronista, é romancista e
contista.
Obras
Encontro
Marcado (romance)
O
Grande Mentecapto ( romance escrito em duas épocas diferentes, com um intervalo
de aproximadamente vinte anos.
O
homem nu
Henrique
Pongetti
Carlos
Eduardo Novaes
Maria
Raja Gabaglia
Rubem Braga
Obras
Um
pé de feijão (1948)
O
homem rouco (1949)
A borboleta
amarela (1955)
A cidade
e a roça (1957)
Ai de
ti, Copacabana (1967)
A traição
das elegantes (1967)
Paulo Mendes Campos
Nasceu em Belo Horizonte, em 1922.Ao lado de sua produção poética destacam-se as crônicas:
Nasceu em Belo Horizonte, em 1922.Ao lado de sua produção poética destacam-se as crônicas:
O
cego de Ipanema (1960)
Homenzinho
na Ventania (1962)
O colunista
do morro (1965)
O anjo
bêbado (1969)
Luís Fernando Veríssimo
Filho
do escritor Érico Veríssimo, nasceu em Porto Alegre, em 1936. Iniciou suas
atividades no Jornal Zero Hora, colabora com os mais importantes jornais do
país, onde publica suas crônicas. Escritor de rara inteligência, seus textos
caracterizam-se pela inventividade, pelo humor mordaz, pela agilidade verbal e
intelectual. No ano de 1982, transformou-se no maior fenômeno de vendagem de
livros do Brasil, com a obra: Analista de Bagé.
Obras:
Amor
brasileiro
Ed-Mort
e outras histórias
O
Analista de Bagé
NARRATIVA CONTEMPORÂNEA
Autran Dourado
Waldomiro
Freitas Autran Dourado, nasceu em 1926, em Patos, MG. É formado em Direito. Sua
obra já foi traduzida para várias línguas. Evoluiu da memória e do sentimento
para o mítico, o cósmico e o simbólico, mesmo parecendo regional.
Obras:
A barca
dos homens (1961)
Ópera
dos mortos (1970)
O risco
do bordado (1973)
Uma poética
do romance (1973)
Os Sinos
da agonia (1974)
Novelário
de Donga Novais (1976)
Armas
e Corações (1978)
Antônio Callado
Nasceu
em Niterói, RJ, em 1917. É jornalista, romancista e dramaturgo. Sua obra contém
sempre a mesma preocupação de revelar elementos importantes da cultura , da
sociedade e da politica brasileira. Seus dois primeiros romances, Assunção e
Salviano e a Madona de Cedro, são de cunho regionalista e retratam o
misticismo, as crendices e as superstições religiosas. Nos romances seguintes
retrata aspectos da situação política brasileira, com “Quarup” e”Bar Don Juan”.
Fez peças teatrais, todas regionalistas: A Amazonia, o Nordeste e o Ciclo do
Outro em Minas Gerais.
Obras:
Assunção
de Salviano (1954)
A
Madona de Cedro (1957)
Quarup
(1968)
Bar
Don Juan (1971)
Reflexos
do Baile (1976)
A
Expedição Montaigne (1982)
Lygia Fagundes Telles
Obras
Romances:
Ciranda
de Pedra (1955)
As
meninas (1973)
Contos
O
jardim selvagem (1965)
Antes
do Baile Verde (1970)
Filhos
Pródigos (1978)
Osman Lins
Obras
Romances
O fiel
e a pedra (1960)
Avalovara
(1973)
A rainha
dos Cárceres da Grécia (1976)
Contos
Os
gestos (1957)
Nove,
novena (1966)
Carlos Heitor Cony
Obras
Romances
O ventre
(1958)
Antes
o verão (1964)
Josué Guimarães
Jornalista
gaúcho, segue a linha regionalista. Adquire notoriedade a cada dia que é
traduzido no exterior.
Obras:
Dona
Anja
Tambores
silenciosos
Tempo
de guerra
Tempo
de angústia
Depois
do último trem
Camilo
Mortágua
José Geraldo Vieira
Obras
Romances
Terrno
baldio (1961)
Paralelo
16 Brasília (1966)
José J. Veiga
Obras
Romance
Os pecados da Tribo (1976)
Os pecados da Tribo (1976)
Contos
Os
cavalinhos de Platiplanto (1959)
A máquina
extraviada (1966)
Lúcio Cardoso
Segue
a linha intimista e psicológica de tom sombrio
Obras
Crônica
da Casa Assassinada
Maleita
Luz do
subsolo
Márcio Souza
Moderno
regionalista da Amazônia, tendo como centro, normalmente, a cidade de Manaus.
Possui várias peças teatrais e filmes.
Obras
Galvez,
Imperador do Acre
Mad
Maria
A resistível
ascensão do Boto Tucuxi (1982)





















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