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terça-feira, 1 de abril de 2014

CEP - NONA SINFONIA DE BETHOVEN

Olá, amados!
Música: An die Freude
Beethoven poderia ter sido somente mais um, mas ele foi além e fez a diferença!
"O que fazemos na vida, ecoa na eternidade".
Aí está um exemplo de mobilização que faz bem à humanidade, pois em plena rua, as pessoas se aglomeram para se deliciarem com o que há de mais belo, que é a arte!
Curtam: "Nona sinfonia de Beethovem"
Canção de também se tornou o hino nacional da União Européia.
"Além do céu estrelado, mora o pai amado!"
A nona sinfonia é um
 
  Hino à Humanidade, Hino à Liberdade
“Abracem-se milhões! Irmãos, além do céu estrelado mora um Pai Amado."
                                       – Schiller, Ode à Alegria (An die Freude), 1786
Ludwig van Beethoven (1770-1827), compositor e pianista alemão, criou esta majestosa Nona Sinfonia, e quando a apresentou, poucos anos antes de morrer, o público de forma unânime o aplaudiu acaloradamente, compreendendo finalmente a magnificência de sua música.
Ele a compôs em solidão, devido à surdez que o acompanhou em seus últimos anos, mas que não o impediu de transmitir uma música que vem sendo escutada com indiscutível admiração.
No início, em 7 de maio de 1824, conta-se que ele estava sentado observando o cenário e, como não escutava, pediram-lhe reiteradas vezes que desse a volta, para ver como o público aplaudia acaloradamente. Foi a vez em que mais foi aplaudido.
O quarto movimento da Nona Sinfonia é o grande “Ode à Alegria” a qual Beethoven, com suas palavras descreveu:

Oh amigos, deixemos estes tons!
Entoemos outros mais agradáveis e mais alegres!

Em 19 de janeiro de 1972, esta composição foi considerada como hino europeu. Numa interpretação para o Parlamento Europeu, Herbert von Karajan, que se encarregou da interpretação, mudou o tempo do ritmo para 120 ao invés de 80 como na versão original de Beethoven. Também foram realizadas mudanças na letra devido a problemas de tradução.


Cenas do filme "Minha Amada Imortal", com
apresentação da Nona Sinfonia, de Beethoven



 Letra:

Ode à Alegria
Música de Ludwig van Beethoven
Texto original de Friedrich Schiller traduzido para o português:
Ode à Alegria

(Barítono)
Oh amigos, mudemos de tom!
Entoemos algo mais prazeroso
E mais alegre!

(Barítonos, quarteto e coro)
Alegre, formosa centelha divina,
Filha do Elíseo,
Ébrios de fogo entramos
Em teu santuário celeste!
Tua magia volta a unir
O que o costume rigorosamente dividiu.
Todos os homens se irmanam
Ali onde teu doce voo se detém.
Quem já conseguiu o maior tesouro
De ser o amigo de um amigo,
Quem já conquistou uma mulher amável
Rejubile-se conosco!
Sim, mesmo se alguém conquistar apenas uma alma,
Uma única em todo o mundo.
Mas aquele que falhou nisso
Que fique chorando sozinho!
Alegrias bebem todos os seres
No seio da Natureza:
Todos os bons, todos os maus,
Seguem seu rastro de rosas.
Ela nos deu beijos e vinho e
Um amigo leal até a morte;
Deu força para a vida aos mais humildes
E ao querubim que se ergue diante de Deus!
(Tenor solo e coro)
Alegremente, como seus sóis corram
Através do esplêndido espaço celeste
Se expressem, irmãos, em seus caminhos,
Alegremente como o herói diante da vitória.
(Coro)
Abracem-se milhões!
Enviem este beijo para todo o mundo!
Irmãos, além do céu estrelado
Mora um Pai Amado.
Milhões se deprimem diante Dele?
Mundo, você percebe seu Criador?
Procure-o mais acima do céu estrelado!
Sobre as estrelas onde Ele mora.

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